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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

É MUITO LIXO!

São 150 mil toneladas/dia de lixo produzido no Brasil. Desse total, 88 mil e 500 toneladas vão para os lixões e apenas 19 mil e 500 toneladas são recicladas. No orçamento de 2011 está reservado R$ 1 bilhão para financiamentos e incentivos à reciclagem.
Que pelo menos esta quantia seja realmente e bem aplicada para o bem de todos nós!
Foto: osverdestapes.blogspot.com

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

GOVERNO FEDERAL INCENTIVA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), criou o Prêmio Equipe Sustentável visando a incentivar os órgãos públicos a adquirirem produtos fabricados sem agredir a natureza. A pretensão é valorizar iniciativas da administração pública com as chamadas “licitações verdes” e difundir experiências que sejam exemplo para outras instituições.
As inscrições estarão abertas de 20 de março a 30 de dezembro de 2011 e poderão participar entidades da administração direta, autárquica e fundacional nas categorias Equipe Sustentável (contratos nas modalidades pregão, concorrência e tomada de preço) e Edital Sustentável (editais por meio de intenção de registro de preço ou de sistema de registro de preço). As regras e orientações sobre as contratações sustentáveis estão previstas na Instrução Normativa SLTI nº 1/2011.
A SLTI espera que com a iniciativa os agentes públicos reflitam sobre a importância de práticas socialmente responsáveis. A secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do ministério, Glória Guimarães, diz que: “Além disso, a difusão desses conceitos poderá estimular a realização de outros eventos que valorizem também o trabalho de fornecedores que se preocupam com a preservação ambiental”.
Fonte: Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
Estamos na torcida para que a iniciativa sirva de base à multiplicação de ações governamentais nesse sentido. O Planeta agradece.
Imagem: worldendeavors.com

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

REDUÇÃO DE EMISSÃO DE GÁS CARBÔNICO COM REFLORESTAMENTO

Ação pioneira acontece no Parque Nacional das Emas, área de conservação federal em Goiás. Trata-se do Projeto de Carbono no Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari, relativo ao reflorestamento de cerca de 600 hectares no entorno do Parque. Espera-se reduzir em aproximadamente 207 mil toneladas a emissão de gás carbônico na atmosfera nos próximos 30 anos, possibilitar as trocas genéticas da fauna e da flora do Cerrado e garantir a conservação de espécies.
Tomara que iniciativas dessa natureza proliferem não só no Brasil, como em todo o Planeta, onde já há várias espécies ameaçadas de extinção por conta de nossa incorreta maneira de agir com a natureza.
Fonte e imagem: Secretaria de Comunicação da Presidência da República

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

SOLUÇÃO PARA O LIXO NO JAPÃO

O Japão tem uma população superior a 127 milhões de habitantes e ocupa uma área de apenas 378 mil km2. Há poucos lixões e não há espaço para instalar outros. A coleta seletiva de lixo tem que ser bem feita! Cada prefeitura decide a classificação do lixo (vidros, garrafas PET, metal etc); a maneira de entrega (o que o consumidor deve lavar, embalar ou amassar); e por aí vai. Há entretanto um fator mais importante para que a coleta funcione bem: desde criança, a pessoa é educada a separar o lixo e ensinada que é vital para o País que a reciclagem dos materiais descartados seja feita de maneira impecável. E convenhamos, os orientais são mestres em dedicação e zelo no que fazem. A pergunta que devemos responder em nosso município é: por que temos índices de reaproveitamento de lixo tão baixo? Por que, ao menos, não começamos realmente a zelar pelo nosso próprio bem estar?
Imagem: hararie-japan-tokyo-tokyo.com

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ÁREAS DE RISCO: ESTADOS TERÃO QUE APRESENTAR MAPEAMENTO ANUAL

O Sistema Nacional de Defesa Civil, cuja lei já foi publicada no Diário Oficial da União, reforçará o auxílio da União a estados e municípios e ao Distrito Federal em casos de desastre. Anualmente, os estados deverão encaminhar ao governo federal o mapeamento de riscos e ameaças. A lei possibilitará que o Departamento Nacional de Infraestrutura de transportes e os ministérios da Defesa e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome intervenham em ações de recuperação e assistência aos estados solicitantes.
Fonte: Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
Imagem: treehugger.com

BRASIL: INVENTÁRIO FLORESTAL

De acordo com Antônio Carlos Hummel, diretor do Serviço Florestal Brasileiro, o governo federal visando a subsidiar a formulação de políticas públicas de desenvolvimento, uso e conservação, pretende fazer o levantamento dos recursos florestais do Brasil, tanto os naturais, quanto os plantados, a cada cinco anos.
O Planeta agradece!
Fonte: Secretaria de Comunicação da Presidência da República
Imagem: ecolocalizer.com

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

BANCO DO BRASIL NA PROTEÇÃO À AMAZÔNIA

O Banco do Brasil não fornecerá mais crédito a produtores de soja que plantem na Amazônia em áreas desmatadas ilegalmente. O maior fornecedor de crédito rural do Brasil aderiu à Moratória da Soja que foi assinada em 2006 por empresas e ONGs visando a boicotar a soja produzida em terras desmatadas recentemente. O compromisso do banco inclui o não financiamento da produção de soja em áreas desmatadas a partir de julho de 2006 no bioma Amazônia e engloba outros compromissos por parte dos produtores. Que essas iniciativas se ampliem para salvação do Planeta.
Fonte: Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
Imagem: brazilsf.org

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA EM BAIXA

O sistema que utiliza satélites para monitoramento das áreas que sofrem desmatamento total detectou que a taxa anual de desmatamento da Amazônia entre agosto de 2009 e julho de 2010 diminuiu 14%, em relação ao ano passado. Pode não ser “a maravilha do universo”, porém, é a menor taxa alcançada em 22 anos, isto é, desde o início do monitoramento pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal.
Entretanto, para a equipe do EI!, ainda há muito a ser feito. Nosso comentário se baseia na constatação do fato de que houve apenas diminuição no ritmo de devastação da floresta e não no incremento de reflorestamento.
Imagem: climaticoanalysis.org

sábado, 27 de novembro de 2010

BANCO CENTRAL DO BRASIL ECOLÓGICO

O Banco Central do Brasil, o Sindicato dos Servidores do Banco Central, a Secretaria de Estado de Governo (Segov) e a Universidade Rural da Amazônia (UFRA) assinaram um convênio de cooperação técnica e financeira para o desenvolvimento do projeto “Utilização de Cédulas Trituradas na Produção de Composto Orgânico”. Inédita no mundo,a iniciativa visa a diminuir o impacto no meio ambiente causado pela retirada de papel moeda de circulação. Atualmente o dinheiro retirado de circulação é picotado e jogado em aterros sanitários e seu principal malefício é que as notas contém metais pesados.
Os pequenos produtores do Pará serão beneficiados pois receberão, a partir de 2011, adubo feito a partir de 11 toneladas de papel moeda retirados de circulação e inutilizados pela autarquia federal só na região Norte.
Estamos torcendo para que o projeto seja um sucesso e que sirva de base a iniciativas semelhantes em todo o País.
Imagem: agripinoy.net

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

BRASILEIROS SE PREOCUPAM COM O MEIO AMBIENTE

Pesquisa realizada pelo Ministério do Meio Ambiente revelou que os brasileiros estão mais preocupados com o meio ambiente do que com o crescimento econômico. A população acredita que mudanças causadas na natureza por meio de ação humana provavelmente vão piorar a atual situação e que somente com mudanças radicais de hábitos e de consumo os recursos naturais poderão ser preservados.
A pesquisa aponta também que 60% da população é a favor de uma lei que proíba o uso de sacolas plásticas.
Imagem: abhisheksubra.wordpress.com

sábado, 16 de outubro de 2010

COLETA SELETIVA DE LIXO: VITAL PARA O PLANETA

Embora a maioria de nós não tenha plena consciência desse fato, a coleta seletiva de lixo é primordial na sustentabilidade do Planeta e, consequentemente, na sobrevivência de nossa espécie. A conservação da natureza e de um ambiente saudável e abundante para as próximas gerações é responsabilidade de todos. Visando a obter esclarecimentos sobre como é feita a coleta em nossa cidade, procuramos a Clin, Companhia de Limpeza Urbana de Niterói, e contatamos a Dra. Silvia Pires, bióloga e responsável pela Reciclin, setor de reciclagem da Empresa.
A coleta seletiva na cidade começou em 1991 de forma experimental no condomínio Grotão, em Itaipu, mas somente se destacou junto à população com melhor infra-estrutura em 1997.
A COLETA SELETIVA PORTA A PORTA
A Dra. Sílvia fez questão de explicar como funciona a coleta seletiva: “primeiramente tem que haver a conscientização por parte da população em separar e destinar seus resíduos recicláveis adequadamente. A coleta reciclável porta a porta é realizada para grandes geradores, como prédios e condomínios, através de uma rota pré-estabelecida.” Interessante ressaltar que os bairros mais engajados são aqueles que possuem maior concentração de comércio e casas, como Icaraí, Santa Rosa e Itaipu.
OS ECOPONTOS
O contribuinte pode também entregar seus resíduos em um dos Postos de Entrega Voluntária – Ecopontos - distribuídos pela cidade. Segundo a Dra. Sílvia, há grandes condomínios que fazem isso. “A Clin, em parceria com a Ampla, incentiva os pequenos geradores a destinar seus resíduos recicláveis a um desses Ecopontos, com a possibilidade de trocá-los por descontos na conta de luz”, explicou a bióloga.
COLETA DE RECICLÁVEIS É PEQUENA
A Clin coleta aproximadamente 250 toneladas/mês, ou seja, 3.000 toneladas/ano de recicláveis, o que representa cerca de 2% de todo resíduo domiciliar recolhido na cidade. Na visão do jornal EI!, esse percentual é muito baixo, principalmente se levarmos em conta os Estados Unidos, que reaproveitam mais da metade do lixo que geram. O Japão, a Alemanha e a Holanda, entre outros, também apresentam índice de reciclagem muito maior.
NÃO AO CRESCIMENTO DOS LIXÕES
A coleta seletiva é uma alternativa correta para que não sejam enviados resíduos sólidos recicláveis para os lixões que produzem efeitos perversos, como os que acabamos de vivenciar em nossa própria cidade. Assim, é urgente o engajamento de todos, cooperando com a Clin para o aumento do percentual de aproveitamento do material reciclável, em Niterói.
PARA PARTICIPAR DA COLETA
Contate a Clin, efetue o cadastro e obtenha as devidas informações.
e-mail: clin@clin.rj.gov.br, telefone 0800 22 2175 ou carta para a Rua Indígenas, 72, São Lourenço, Niterói, RJ.
ROTEIRO DA COLETA PORTA A PORTA
2ª feira: Icaraí, Santa Rosa, Fonseca e Ingá; 3ª feira: Região Oceânica, Centro, Ponta d`Areia, Ilha da Conceição e São Francisco; 4ª feira: Icaraí, Pendotiba, Barreto e Santa Bárbara; 5ª feira: Região Oceânica e Santa Rosa; e 6ª feira: Icaraí, Ingá, Itacoatiara e Engenho do Mato.
Imagem: Eco-Clin do Largo da Batalha, fornecida pela CLIN

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

EFEITO ESTUFA NAS ÁREAS URBANAS

Chuvas intensas caíram sobre Niterói, no mês de abril, inundaram a cidade, provocaram deslizamentos e causaram irreparáveis perdas humanas e materiais. A vulnerabilidade da cidade às intempéries ficou exposta.
Mas essa não foi a primeira vez que a cidade enfrentou tal situação e se nada for feito, é provável que não seja a última. Quando o caos passar, a população precisa continuar investigando e se conscientizando do que cada um pode e precisa fazer para que cada chuva de maior intensidade não se transforme em novas catástrofes urbanas.
A participação popular é de grande importância para reduzir as consequências provenientes do erro que cometemos no trato com a natureza. O asfalto, usado para pavimentar as ruas, impede que a água penetre no solo e encontrando bueiros entupidos, provoca enchentes que transtornam a vida de todos. É preciso cuidar para que sacos plásticos, papéis e outros materiais não sejam jogados na rua, pois acabam impedindo o escoamento da água da chuva. É importante colocar o lixo na rua o mais próximo possível do horário estipulado pela prefeitura para o recolhimento e separar o material orgânico do material reciclável. Junto aos governantes, é necessário cobrar para que procedam, com freqüência, à limpeza dos bueiros, rios e galerias de águas pluviais.
Essas são algumas atitudes importantes que contribuirão para minimizar as conseqüências das chuvas nas cidades. Mas não podemos dizer que tudo será resolvido com medidas tão simples. O maior problema está no processo de urbanização desordenada. No caso dos deslizamentos que, em Niterói, provocaram tantas vítimas fatais, é preciso a intervenção do poder público no sentido de proteger, por lei, todas as áreas de florestas do município, reflorestar as áreas desmatadas e promover a urbanização racional, principalmente nas áreas construídas em encostas.
Um dos fatores que provocam enchentes nas áreas urbanas é a canalização dos rios. Niterói possui alguns rios canalizados. Nesses rios são jogados, muitas vezes, todo tipo de lixo que não é coletado e ainda recebem resíduo de esgoto, o que provoca mau cheiro. Para evitar o incômodo, eles acabam canalizados e fechados. O leito do rio limitado, impermeabilizado e fechado, perde muito de sua capacidade de escoamento, produzindo inundações.
Será que canalizar é a única forma da cidade conviver com o rio? Será impossível deixá-lo em sua forma natural? A cidade de Seul, Coréia do Sul, provou que é possível conviver com os rios a céu aberto. Nos anos sessenta, o rio Cheonggye foi canalizado para atender a um elevado de 6 km, o que trouxe enorme prejuízo ao centro histórico da cidade que entrou em processo de deterioração. Em 2003, o prefeito da cidade demoliu o viaduto, adaptando a nova arquitetura às formas naturais do rio, que foi recuperado. Hoje, 80 mil pessoas freqüentam o local onde são promovidos shows e festivais.
O então prefeito Lee Myung-bak é hoje o presidente da Coréia do Sul.
Imagem: scienceray.com