sábado, 23 de maio de 2015

CINE CLUBE ALIANÇA FRANCESA DE NITERÓI




CINEMA

Ciné-club Jean Vigo: Todas as últimas segundas-feiras do mês às 19h / entrada gratuita sujeita a lotação / filmes com legenda em português.

35 Rhums / 35 Doses de Rum

25 demaio

19h


Alemanha, França 2008. De Claire Denis. Com Alex Descas, Djédjé Apali, Grégoire Colin. Em cores/100’. Classificação etária 12 anos. 

Sinopse
O viúvo Lionel é condutor de trens e vive num complexo habitacional com sua filha Josephine, que criou sozinho. Os dois tem fortes laços e passam muito tempo na companhia um do outro. Um taxista que começa a rodar pelo bairro flerta com Josephine e eles passam a sair juntos. Lionel, por sua vez, atrai a atenção de uma mulher de meia-idade, com quem tenta marcar um encontro. Quando o namorado de Josephine aceita um trabalho no exterior e se muda, deixando a moça balançada, Lionel percebe que a filha está ficando independente e que talvez seja hora de eles confrontarem seus passados.

* Festival de Veneza 2008.
* Prêmio Especial do Júri - Festival Internacional de Gijón 2008.

LOCAL: Galeria 52 da Aliança Francesa de Niterói
Rua Lopes Trovão 52 – 2º andar - Icaraí - Niterói – RJ / 2610-3966

Imagem: cedida pela Aliança Francesa de Niterói

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O ANIVERSÁRIO DO VERDADEIRO EDUCADOR




Em 12 de maio de 1895 nascia, na Índia, Jiddu Krishnamurti. Aos treze anos ele foi adotado pela Sociedade Teosófica e preparado para assumir um papel messiânico na Ordem da Estrela. Em 1929 ele dissolveu a organização, devolveu os bens doados em seu nome e declarou: “Eu afirmo que a Verdade é uma terra sem caminhos e vocês não podem alcançá-la por nenhum caminho, qualquer que seja, por nenhuma religião, por nenhuma seita”.
A partir desse episódio Krishnamurti viajou pelo mundo proferindo conferências e palestras públicas, nas quais investigava a natureza da mente humana e a possibilidade de uma profunda transformação de seus conteúdos.
Considerando que o propósito da educação não deve ser apenas o de preparar os jovens para serem aprovados em exames, ele afirmava: “A verdadeira educação deve produzir liberdade, amor, o florescimento da bondade e a completa transformação da sociedade”.
Para aplicar essa visão inovadora ele fundou escolas na Índia, na Inglaterra e nos Estados Unidos, que, ainda hoje, mantém vivos os seus ensinamentos.
  QUEREMOS VERDADEIRAMENTE A PAZ?

Então, que mundo é esse que criamos e alimentamos?
Segundo o IEP (Institute for Economics and Peace's), de 162 países estudados apenas 11 não estão envolvidos em nenhum tipo de guerra. Estes dados foram publicados no Brasil Post, em 15 de agosto de 2014. Isto sem contar os conflitos ‘menores’ e as misérias e mortes causadas pelo vício das drogas, que ocorrem em quase todos os países.
Que tipo de cérebro foi desenvolvido pelos seres humanos para provocar tamanho caos no planeta? Nunca se escreveu e falou tanto sobre a Paz. No entanto, isso não é o bastante para se promover a Paz. Então, o que é preciso para que a Paz ocorra?
Segundo o educador Jiddu Krishnamurti, é preciso que o ser humano conheça profundamente o mecanismo do seu cérebro para que seu uso seja absolutamente correto. Por isso, em todas as escolas que fundou o autoconhecimento é parte fundamental da grade curricular, além de ser tema presente em todos os seus pronunciamentos.
Abrindo as palestras públicas em Brockwood Park School, na Inglaterra, ocorridas em agosto/setembro de 1983, Krishnamurti alertou: “Iremos lidar com o problema muito, muito complexo de vivermos juntos neste mundo – mundo este quase insano...”.
Ele também apontou que, para a compreensão do que iriam investigar, todos deveriam estar atentos para a forma correta de escutar: “O ato de escutar é muito importante se vamos explorar juntos, pensar juntos no problema inteiro da nossa existência atual (...). Nossos cérebros têm sido tão programados e condicionados (...) e a maioria de nós não está cônscia disto” (...). “A menos que rompamos todo este condicionamento continuaremos como temos sido por milhares de anos”.
Durante a investigação Krishnamurti afirmou: “Viver nesta Terra pacificamente a despeito dos governos requer muita investigação. Viver pacificamente exige muita inteligência”.
CONVITE
Esta palestra será exibida na íntegra em vídeo legendado em português, no dia 6 de junho, em Niterói. O encontro é uma comemoração aos 120 anos do nascimento de Jiddu Krishnamurti, em 12 de maio. As vagas são limitadas. Mais informações podem ser solicitadas por mensagem.




terça-feira, 5 de maio de 2015

VALORIZE O SEU VISUAL DE ACORDO COM SEU BIÓTIPO




Para valorizar o que mais gostamos em nosso corpo e disfarçar nossas imperfeições podemos lançar mão de vários truques de moda que harmonizam o visual. O primeiro passo é conhecer o nosso tipo de corpo.
Ampulheta – o busto e o quadril são praticamente da mesma medida, a cintura é bem marcada e estreita em relação ao quadril e ao busto, costas largas e coxas grossas.
Triângulo invertido – ombros largos, quadris estreitos e pernas finas.
Triângulo – ombros mais estreitos que os quadris, pernas grossas.
Retângulo – cintura não definida, quadril e ombro com medidas semelhantes, braços e pernas finas em relação ao corpo, poucas curvas.
Oval – a largura da cintura maior que ombros e quadril.
Para cada biótipo existem peças ideais.
Ampulheta – não sofre muitas restrições quanto ao tipo de roupa. Use seu bom senso para escolher o que lhe cai bem.
Triângulo invertido – opte por peças que causem a impressão de aumento dos quadris. Abuse dos modelos frente única, das calças de cintura baixa, calças retas e pantalonas, saias godê e evasê.
Triângulo – aposte nas cores claras, estampas e listras horizontais na parte superior do corpo, decotes e mangas trabalhadas, combinando cores claras e estampas com peças escuras na parte inferior.
Retângulo – opte por decotes, peças levemente folgadas no quadril e ajustadas na cintura para criar a sensação de curvas ao corpo. Aposte em acessórios como cintos e faixas.
Oval – abuse das peças que valorizem os seios e colo, aposte em vestidos com faixas fixas e justas abaixo dos seios e soltos na parte de baixo. As calças retas são uma boa opção, assim como as batas – cobrindo os quadris – combinadas com leggings.
Siga essas dicas e explore todo o potencial de seu guarda-roupas!!!
Giselle Sardenberg
Bacharel em Moda pela Universidade Veiga de Almeida
Corsi de Vetrinistica – Accademia Italiana de Arte, Moda e Design – Florença / Itália
Imagem: vilaclub.vilamulher.com.br 

segunda-feira, 27 de abril de 2015

COMISSÃO OAB MULHER, PRESIDIDA POR NAMARA GURUPY, PRESTA HOMENAGEM ÀS MÃES COM PALESTRA NO DIA 28 DE ABRIL ÀS 18 HORAS, NO AUDITÓRIO DA OAB-NITERÓI

O evento contará com a participação das seguintes expositoras: Maria Cristina Barros Gutierrez Slaibi, juíza da 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que abordará o tema "Mulher: titular de direito próprio ou de direito dos outros"; Vania Maria da Cunha Bruno, advogada e professora da UFF, que falará sobre "O comportamento do advogado nos processos de família"; e Matilde Carone Slaibi Conti, também advogada e professora da Universo, que enfocará "Justiça e Mediação".
A advogada homenageada será Maria Francisca Valias. A palestra, com direito a carga horária para estudantes, é coordenada por Maria Lucia Freire Roboredo, delegada da Comissão OAB Mulher.  
Imagem: blogsdaucam.blogspot.com

sexta-feira, 24 de abril de 2015

CINE CLUBE ALIANÇA FRANCESA DE NITERÓI


CINEMA

Ciné-club Jean Vigo: Todas as últimas segundas-feiras do mês às 19h / entrada gratuita sujeita a lotação / filmes com legenda em português

27 de abril

19h

Alemanha, França 1964. De Jacques Demy. Musical em cores/91’. Classificação etária livre.

'Os Guarda-chuvas' é um filme contra a guerra, contra a ausência e contra tudo aquilo que o odiamos e que destrói a felicidade" (Jacques Demy) Geneviève Emery, cuja mãe possui um
comércio de guarda-chuvas, é uma adolescente de 17 anos que se vê obrigada a decidir entre esperar por seu amor, um mecânico de 20 anos que foi servir ao exército na Argélia, ou se casar com um comerciante de diamantes, que se propõe a criar o bebê que ela espera como se fosse seu.

LOCAL: Galeria 52 da Aliança Francesa de Niterói
Rua Lopes Trovão 52 – 2º andar - Icaraí - Niterói – RJ / 2610-3966

Imagem: cedida pela Aliança Francesa de Niterói

quarta-feira, 22 de abril de 2015

DIA DA TERRA: O PLANETA ESTÁ EM RISCO



Em 1948, Krishnamurti já afirmava que esta
desintegração está ligada a cada um de nós
Criado em 22 de Abril de 1970, o Dia da Terra veio com os objetivos de difundir a necessidade de conservação da biodiversidade, conscientizar a população dos graves problemas ambientais que ameaçam a vida no Planeta e apontar atitudes que possam contribuir para reverter esse quadro. Apesar disso, pouca coisa mudou, de lá para cá.
Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera atingiu níveis recordes em 2013, considerado limite pelos cientistas para evitar os piores cenários do clima. Entre as muitas consequências previstas estão a aceleração do degelo, tempestades mais violentas, graves impactos sobre a biodiversidade e milhões de refugiados ambientais que terão que buscar outro lugar para viver.
Essa crise já vinha sendo abordada nas palestras do educador Jiddu Krishnamurti, desde 1948, quando a preocupação ecológica não era cogitada.
Ele dizia:
Estamos destinados a viver na Terra ajudando-nos uns aos outros, e não destruindo uns aos outros. Estamos enfrentando uma crise tremenda. Uma crise que os políticos não resolverão, que a religião não resolverá, os cientistas também não (...) pois esta crise está em nossa consciência, na consciência da humanidade.
O desafio está em compreender nossa consciência, pois fomos nós que construímos esta sociedade. Somente uma mudança radical pode alterar essa desintegração. Ao produzir uma mudança radical no ser humano, em você, estará produzindo uma mudança radical na estrutura e na natureza da sociedade. A atual desintegração está diretamente relacionada conosco e, portanto, a responsabilidade cabe a cada um de nós.
Temos deixado esse problema para os outros para os políticos, para os cientistas, para os salvadores, para as Nações Unidas, e assim por diante. Mas você sabe que se trata de um problema seu. Somos diretamente responsáveis por esse problema.”

De: Fragmentos de obras de Krishnamurti
The Collected Works -Vol. V; p. 182 – palestras proferidas anos de 1948 e 1949
Thalks whit American Students, p. 8 e 9 - palestras proferidas anos em 1968
Krishnamurti to Himself – p. 60 - palestras proferidas anos em 1962
                  2- Foto do livro One Thousant Moons – Krishnamurti at eighty-five